As Consequências do Incumprimento dos Prazos para a Competitividade da Indústria de Construção – Razões para os Atrasos

Os últimos anos vieram confirmar o que mais se temia: a indústria da construção portuguesa tem uma doença crónica – a falta de competitividade. Desde há muito que se reconheciam os sintomas em muitas obras: prazos ultrapassados, orçamentos excedidos, segurança deficiente, qualidade ausente.

Porém, a evidência dos sintomas tem sido sistematicamente atenuada pelas mais diversas explicações: as características próprias da actividade de construção, a estrutura empresarial, o desenvolvimento faseado dos projectos, a falta de formação da mão de obra, as condições atmosféricas, etc.. Porém, isso não explica porque a construção em Portugal apresenta aqueles sintomas, enquanto noutros países europeus aparenta ser mais eficiente nesses mesmos aspectos, portanto mais competitiva no mercado internacional e por isso mais saudável.
Texto baseado no original de João Pedro Couto, José Manuel Cardoso Teixeira




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