


{"id":3223,"date":"2018-11-14T17:06:14","date_gmt":"2018-11-14T17:06:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/?p=3223"},"modified":"2018-11-14T17:07:05","modified_gmt":"2018-11-14T17:07:05","slug":"cushman-wakefield-revela-ruas-com-as-rendas-mais-caras-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/cushman-wakefield-revela-ruas-com-as-rendas-mais-caras-do-mundo-201811141706143223","title":{"rendered":"Cushman &#038; Wakefield revela ruas com as rendas mais caras do mundo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Causeway Bay em Hong Kong volta a ser a localiza\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio de rua mais cara do mundo<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>A Cushman &amp; Wakefield lan\u00e7ou hoje a 30\u00aa edi\u00e7\u00e3o do estudo Main Streets Across the World que monitoriza e ordena 446 localiza\u00e7\u00f5es de retalho em todo o mundo. O ranking apresentado \u00e9 baseado no valor de renda anual mais elevado em cada pa\u00eds analisado, n\u00e3o incluindo custos de condom\u00ednio, impostos locais e outras despesas de ocupa\u00e7\u00e3o. Nesta edi\u00e7\u00e3o, o estudo inclui um ranking de 65 localiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com os \u00faltimos dados apresentados, Hong Kong ultrapassou novamente Nova Iorque como localiza\u00e7\u00e3o de retalho mais cara do mundo, justificado pela queda abrupta dos valores de renda na cidade norte-americana. As rendas na 5\u00aa Avenida desceram dos 28.262 euros anuais por metro quadrado para os 20.733, enquanto que em Hong Kong o valor anual de renda por metro quadrado est\u00e1 nos 24.606 euros.<\/p>\n<p>Na Europa o primeiro lugar, terceiro do ranking global, \u00e9 ocupado pela New Bond Street em Londres com rendas de cerca de 16.000 euros anuais por metro quadrado, seguida pelos Campos El\u00edsios em Paris em quarto lugar com rendas anuais de 13.992 euros e a Via Montenapoleone em Mil\u00e3o alcan\u00e7ando os 13.500 euros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na primeira edi\u00e7\u00e3o do estudo Main Steets Across the World em 1988, a localiza\u00e7\u00e3o mais cara do mundo era a rua 57 em Nova Iorque com rendas de 4.071 euros\/ano\/m<sup>2<\/sup>. J\u00e1 em Portugal a localiza\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio mais cara no mesmo ano era a Avenida da Liberdade com rendas de 312 euros\/ano\/m<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Atualmente, em Portugal a localiza\u00e7\u00e3o mais cara \u00e9 o Chiado em Lisboa que manteve a sua posi\u00e7\u00e3o no ranking face a 2017, ocupando o 33\u00ba lugar. A renda prime na Rua Garret, eixo de refer\u00eancia no Chiado, tem vindo a registar uma valoriza\u00e7\u00e3o muito significativa desde 2013, ano em que o com\u00e9rcio de rua em Portugal come\u00e7ou um percurso de forte crescimento; desde esse ano a renda prime nesta localiza\u00e7\u00e3o valorizou 44%. A renda na Rua Garret situa-se nos \u20ac1.560\/m\u00b2 \/ano, valor cinco vezes superior ao registado h\u00e1 30 anos na zona mais cara de Lisboa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Marta Esteves Costa, Associate e diretora do departamento de research &amp; consultoria da Cushman &amp; Wakefield, \u201cA estabilidade de Lisboa no ranking \u00e9 explicada pelo crescimento do formato de com\u00e9rcio de rua globalmente, fruto de um tamb\u00e9m aumento do turismo \u00e0 escala mundial. Ainda assim, as ruas de Lisboa, e tamb\u00e9m do Porto, mant\u00e9m-se extremamente atrativas e din\u00e2micas, revelando a sustentabilidade deste formato de com\u00e9rcio no nosso pa\u00eds, cada vez mais direcionado n\u00e3o s\u00f3 para o turismo, mas tamb\u00e9m para os residentes. Em Lisboa, ao longo de 2018, assistimos ao alargamento da atratividade do com\u00e9rcio de rua \u00e0s zonas n\u00e3o prime, mas cada vez mais apelativas; exemplo deste fen\u00f3meno s\u00e3o as Avenidas Novas, que beneficiam do aumento da sua popula\u00e7\u00e3o residente por via do crescimento da oferta de produto residencial, ou o eixo Santos\/Cais do Sodr\u00e9, fruto do crescente fluxo de turistas na cidade\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os valores nas restantes zonas de Lisboa e tamb\u00e9m na cidade do Porto retratam um mercado em crescimento, registando uma evolu\u00e7\u00e3o positiva desde 2013. Em Lisboa, a renda prime na Avenida da Liberdade situa-se nos \u20ac1.140m\u00b2\/ano e a Baixa ultrapassou, pela primeira vez, os valores praticados na Avenida da Liberdade: atualmente nos \u20ac1.260\/m\u00b2\/ano e retratando um aumento nos \u00faltimos 9 meses de 20%. No Porto os valores s\u00e3o inferiores, mas revelam crescimentos equivalentes: no 3\u00ba trimestre de 2017 a renda na Rua de Sta. Catarina cifrava-se nos \u20ac900\/m\u00b2\/ano, com um aumento mais de 15% face a 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A an\u00e1lise do \u00cdndice de procura de retalho da Cushman &amp; Wakefield revela nos primeiros 9 meses do ano mais de 250 novas opera\u00e7\u00f5es de arrendamento nas cidades de Lisboa e Porto, ultrapassando os 53.000 m<sup>2<\/sup> de \u00e1rea ocupada. Lisboa continua a liderar a procura, tendo sido respons\u00e1vel por 71% dos espa\u00e7os transacionados, ainda assim o Porto tem vindo a ganhar representatividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a Cushman &amp; Wakefield<\/strong><\/p>\n<p>A Cushman &amp; Wakefield (NYSE: CWK) \u00e9 uma consultora l\u00edder global em servi\u00e7os imobili\u00e1rios que cria valor significativo a ocupantes e investidores em todo o mundo. A Cushman &amp; Wakefield est\u00e1 entre as maiores empresas de servi\u00e7os imobili\u00e1rios com 48.000 colaboradores distribu\u00eddos por 400 escrit\u00f3rios em 70 pa\u00edses. Em 2017, a consultora registou uma fatura\u00e7\u00e3o de 6,9 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares atrav\u00e9s de servi\u00e7os de ag\u00eancia, representa\u00e7\u00e3o de inquilinos, vendas e aquisi\u00e7\u00f5es, gest\u00e3o de im\u00f3veis, gest\u00e3o de projetos, consultoria e avalia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Causeway Bay em Hong Kong volta a ser a localiza\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio de rua mais cara do mundo \u00a0A Cushman &amp; Wakefield lan\u00e7ou hoje a 30\u00aa edi\u00e7\u00e3o do estudo Main Streets Across the World que monitoriza e ordena 446 localiza\u00e7\u00f5es de retalho em todo o mundo. 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