


{"id":337,"date":"2018-04-22T20:19:31","date_gmt":"2018-04-22T20:19:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/?p=337"},"modified":"2018-04-22T20:19:31","modified_gmt":"2018-04-22T20:19:31","slug":"cushman-wakefield-apresenta-novo-marketbeat-portugal-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/cushman-wakefield-apresenta-novo-marketbeat-portugal-2018-20180422201931337","title":{"rendered":"Cushman &#038; Wakefield Apresenta Novo Marketbeat Portugal 2018"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-338\" src=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press-900x650.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"650\" srcset=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press-900x650.jpg 900w, https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press-540x390.jpg 540w, https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press-768x555.jpg 768w, https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2018\/04\/Avenida-Liberdade-CW-press.jpg 1500w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Segundo o \u00faltimo Marketbeat Portugal 2018 publicado hoje pela Cushman &amp; Wakefield, o <strong>mercado de escrit\u00f3rios<\/strong> da Grande Lisboa registou um crescimento de 16% no volume de espa\u00e7os contratados, com cerca de 167 mil m<sup>2<\/sup> transacionados. A nova oferta manteve um crescimento incipiente, com apenas 3 edif\u00edcios inaugurados ao longo de 2017 que foram ocupados na totalidade em pr\u00e9-arrendamento. Para os pr\u00f3ximos anos perspetiva-se um novo arranque na atividade de promo\u00e7\u00e3o, com os projetos de escrit\u00f3rios previstos para os pr\u00f3ximos 3 anos na Grande Lisboa a totalizarem 100.000 m\u00b2. Contabilizando projetos em fases mais prematuras bem como inten\u00e7\u00f5es de remodela\u00e7\u00f5es de espa\u00e7os desadequados dos requisitos da procura atual, o valor da nova oferta para os pr\u00f3ximos 3 anos quase que triplica.<\/p>\n<p>O <strong>setor de retalho<\/strong> em Portugal manteve em 2017 o forte crescimento que vinha a registar-se desde 2015. De acordo com a amostra reunida pela Cushman &amp; Wakefield foram registados em 2017 cerca de 750 novos contratos de retalho no pa\u00eds, localizando-se a grande maioria na Grande Lisboa. \u00c0 semelhan\u00e7a dos \u00faltimos anos, o setor da restaura\u00e7\u00e3o foi o mais ativo, tendo representado 36% das novas aberturas, num total de 270 unidades. A moda teve tamb\u00e9m um crescimento significativo, sendo o segundo sector mais representativo, com 180 novas lojas (24% das aberturas). Os centros comerciais foram respons\u00e1veis pelo maior n\u00famero de aberturas, mas o dinamismo do com\u00e9rcio de rua, que surgiu h\u00e1 poucos anos como um sector renascido, \u00e9 confirmado pelos dados da procura: ao longo do \u00faltimo ano assinalaram-se na amostra cerca de 300 novas aberturas no formato de rua.<\/p>\n<p>O <strong>mercado imobili\u00e1rio Industrial <\/strong>em Portugal n\u00e3o tem refletido at\u00e9 \u00e0 data a forte atividade ao n\u00edvel empresarial, mas os dados de procura relativos a 2017 apontam para uma poss\u00edvel viragem do ciclo, com um aumento do volume de espa\u00e7os transacionados. No ano passado foram identificados na Grande Lisboa 28 neg\u00f3cios que envolveram 115.000 m<sup>2<\/sup> de \u00e1rea contratada.<\/p>\n<p>2017 foi mais um ano excelente para o <strong>setor tur\u00edstico<\/strong> em Portugal, tendo-se mantido a evolu\u00e7\u00e3o positiva que se regista desde 2014. O n\u00famero de h\u00f3spedes situou-se nos 20,6 milh\u00f5es (+8,9%) e as dormidas nos 57,5 milh\u00f5es (+7,3%). Os proveitos de hotelaria cifraram-se nos \u20ac3,39 mil milh\u00f5es, traduzindo um impressionante aumento de 16,6%.<\/p>\n<p>O bom comportamento do sector tur\u00edstico resultou numa aposta do sector no alargamento da oferta. At\u00e9 2019 perspetiva-se a abertura prevista de cerca de 115 unidades hoteleiras com mais de 9.500 novos quartos. As regi\u00f5es de Lisboa e do Porto v\u00e3o continuar a receber a maioria de novos projetos, 60 novas unidades e 5.300 quartos. As categorias superiores predominam nas unidades hoteleiras com abertura prevista at\u00e9 2019, com 71% dos projetos de categoria 4 e 5 estrelas.<\/p>\n<p>O <strong>mercado residencial<\/strong> em Portugal continua a demonstrar a forte atividade que se tem vindo a registar desde 2013. O aumento dos volumes transacionados e dos valores praticados manteve-se ao longo de 2017, alimentado em parte por compradores estrangeiros que encontram em Portugal fundamentais para investir as suas poupan\u00e7as, normalmente numa \u00f3tica de preserva\u00e7\u00e3o de capital. Ao longo de 2017 come\u00e7ou a ser evidente o interesse de v\u00e1rios promotores no desenvolvimento de projetos residenciais de gama m\u00e9dia, direcionado para as fam\u00edlias portuguesas que hoje n\u00e3o conseguem satisfazer as suas necessidades de habita\u00e7\u00e3o na cidade de Lisboa, seja por via da compra ou do arrendamento.<\/p>\n<p>A <strong>atividade de investimento<\/strong> manteve-se extremamente din\u00e2mica ao longo de 2017, tendo sido atingido um novo recorde em termos de volume, cerca de \u20ac2,1 mil milh\u00f5es de investimento, distribu\u00eddos por mais de 60 opera\u00e7\u00f5es. O capital estrangeiro continuou a ser o principal impulsionador da atividade, tendo representado 67% do total. O setor de escrit\u00f3rios captou a maior parcela de capital e voltou a atingir um novo m\u00e1ximo hist\u00f3rico de investimento em 2017, recebendo 38% do capital investido, \u20ac770 milh\u00f5es.\u00a0 Os ativos de retalho captaram um volume de \u20ac740 milh\u00f5es, 36% do total. Os sectores menos convencionais, Hot\u00e9is, Sa\u00fade e Educa\u00e7\u00e3o come\u00e7am tamb\u00e9m a surgir como alternativas reais de investimento, tendo representado 9% do volume total alocado em imobili\u00e1rio comercial. Em 2018 a forte atividade vai continuar a registar-se, estando o volume de investimento nos meses de janeiro e fevereiro j\u00e1 contabilizado em \u20ac800 milh\u00f5es. Este valor corresponde na sua quase totalidade a neg\u00f3cios de retalho nos quais se incluem: a compra por parte da Immochan do portfolio de centros comerciais da Blackstone (Forum Sintra, Sintra Retail Park e Forum Montijo) e a aposta da AXA Real Estate no maior centro comercial do pa\u00eds, Dolce Vita Tejo.<\/p>\n<p>As <strong>previs\u00f5es da Cushman &amp; Wakefield<\/strong> para o fecho de ano em 2018 apontam hoje para um volume de transa\u00e7\u00f5es que poder\u00e1 variar entre os \u20ac3.000 milh\u00f5es e os \u20ac3.500 milh\u00f5es. O sector de retalho captar\u00e1 a maior parcela de investimento em 2018, mas os escrit\u00f3rios dever\u00e3o tamb\u00e9m atrair um volume muito significativo de capital. Os portfolios de uso misto e hot\u00e9is registar\u00e3o igualmente elevado interesse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a Cushman &amp; Wakefield<\/strong><\/p>\n<p>A Cushman &amp; Wakefield \u00e9 uma consultora l\u00edder global em servi\u00e7os imobili\u00e1rios. Os 43.000 colaboradores em mais de 60 pa\u00edses prestam servi\u00e7os local e globalmente criando valor significativo a ocupantes e investidores em todo o mundo. A Cushman &amp; Wakefield est\u00e1 entre as maiores empresas de servi\u00e7os imobili\u00e1rios com uma fatura\u00e7\u00e3o de 5 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares atrav\u00e9s de servi\u00e7os de ag\u00eancia, representa\u00e7\u00e3o de inquilinos, vendas e aquisi\u00e7\u00f5es, gest\u00e3o de im\u00f3veis, gest\u00e3o de projetos, consultoria e avalia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o \u00faltimo Marketbeat Portugal 2018 publicado hoje pela Cushman &amp; Wakefield, o mercado de escrit\u00f3rios da Grande Lisboa registou um crescimento de 16% no volume de espa\u00e7os contratados, com cerca de 167 mil m2 transacionados. 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