


{"id":3484,"date":"2019-01-16T16:01:32","date_gmt":"2019-01-16T16:01:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/?p=3484"},"modified":"2019-01-16T16:04:34","modified_gmt":"2019-01-16T16:04:34","slug":"artworks-expoe-ultima-mostra-das-residencias-artisticas-no-entulho-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/artworks-expoe-ultima-mostra-das-residencias-artisticas-no-entulho-de-2018-201901161601323484","title":{"rendered":"ArtWorks exp\u00f5e \u00faltima mostra das Resid\u00eancias Art\u00edsticas No Entulho de 2018"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2019\/01\/image004.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-3485\" src=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2019\/01\/image004.jpg\" alt=\"\" width=\"571\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2019\/01\/image004.jpg 571w, https:\/\/www.engenhariacivil.com\/pro\/f\/2019\/01\/image004-540x285.jpg 540w\" sizes=\"auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A Artworks apresenta a quarta e \u00faltima mostra do programa de Resid\u00eancias Art\u00edsticas No Entulho#01. Depois dos artistas J\u00e9r\u00e9my Pajeanc, Tiago Madaleno, Rafael Yaluff, Jo\u00e3o Pedro Trindade e Igor Jesus, \u00e9 agora a vez da artista <strong>Francisca Carvalho<\/strong> apresentar publicamente o seu trabalho, levado a cabo numa resid\u00eancia com dura\u00e7\u00e3o de meses na ArtWorks.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O evento, a realizar no dia 25 de Janeiro de 2018, abrir\u00e1 as portas \u00e0s 18.30h e a apresenta\u00e7\u00e3o da mostra ter\u00e1 in\u00edcio \u00e0s 19.15h. A acompanhar a artista estar\u00e1 a tamb\u00e9m artista pl\u00e1stica <strong>Ana Santos<\/strong> que participou nesta resid\u00eancia escrevendo e questionando o trabalho da Francisca Carvalho. Ambas estar\u00e3o presentes nesse dia para apresentarem <strong>LOOM<\/strong>, o t\u00edtulo da quarta mostra das Resid\u00eancias Art\u00edsticas No Entulho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Henri Michaux diz \u201cpara se criar um ser \u00e9 preciso criar-se uma<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>situa\u00e7\u00e3o\u201d. Na presente mostra apresento um pequeno grupo de pinturas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>sobre vidro de dimens\u00f5es variadas. A escala, temperatura e<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>consist\u00eancia do material \u2013 vidro \u2013 dita o ritmo visual entre as pinturas e<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>em cada uma delas, esse ritmo vem da composi\u00e7\u00e3o insistente em<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>certas formas geom\u00e9tricas que tamb\u00e9m se podem encontrar nos<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>desenhos Tantra Indianos e nos cartazes de El Lissitzky.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Francisca Carvalho<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre as artistas:<\/p>\n<p><strong>Francisca Carvalho<\/strong> (Coimbra, 1981) conclui, em 2005, o Curso Avan\u00e7ado de Artes Pl\u00e1sticas no Ar.Co em Lisboa, licenciou-se em Filosofia na Universidade Nova de Lisboa (2009), e \u00e9 Mestre em Belas Artes pela Mount Royal School of Art do Maryland Institute College of Art (MICA) (2016).<\/p>\n<p>Desde 2008 \u00e9 professora de Desenho e Pintura no Ar.Co. Foi, em 2014, Bolseira Fulbright Scholarship\/Funda\u00e7\u00e3o Carmona e Costa e Mount Royal School of Art Merritt Scholarship.<\/p>\n<p>Do seu percurso expositivo destacam-se as seguintes mostras individuais: \u201cO assalto violento do burro\u201d, curadoria de C\u00edntia Gil e apoio da Alecrim 50, Lisboa (2010), \u201cPortmanteau\u201d, Alecrim 50, Lisboa (2012), \u201cNove desenhos\u201d, Parkour, Lisboa (2014), \u201cChordata\u201d, Culturgest, Porto (2016), &#8220;Hasta&#8221;, National Handicrafts and Handlooms Museum, Nova Delhi (2018), &#8220;Tiger Mountain&#8221;, A Maior, Viseu (2018).<\/p>\n<p>Participou na exposi\u00e7\u00e3o dos cinco finalistas &#8220;Art on Paper Navigator Prize&#8221;, Chiado 8, Lisboa (2018). Ainda em 2018 foi bolseira da Funda\u00e7\u00e3o Oriente e da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, tendo desenvolvido uma pesquisa pr\u00e1tica na \u00cdndia sobre padr\u00f5es, tintos naturais, kalamkari e hand block printing no Rajast\u00e3o, India. Das suas participa\u00e7\u00f5es em exposi\u00e7\u00f5es coletivas destacam-se: \u201cFrancisca Carvalho and Pedro Faria\u201d, Croxhapox, Gent, B\u00e9lgica (2014), \u201cSmall Victories, School 33, Baltimore<\/p>\n<p>(2016), &#8220;Gabinete de Moda&#8221;, Gabinete, Lisboa (2017).<\/p>\n<p>De salientar ainda no seu percurso a cofunda\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o do Atelier Concorde, em Lisboa (2010 \u20132014).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ana Santos<\/strong> nasceu em Espinho, em 1982. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, em 2005, e concluiu o mestrado em Cultura Contempor\u00e2nea e Novas Tecnologias na Universidade Nova de Lisboa, em 2010.<\/p>\n<p>Frequentou o Projecto Individual do Ar.Co, em Lisboa, em 2006, e estudou na Staatliche Akademie der Bildenden Kunst, em Karlsruhe, em 2004.<\/p>\n<p>Foi artista em resid\u00eancia no International Studio and Curatorial Program, em Nova Iorque, em 2010, com uma bolsa da funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian. Foi a vencedora da d\u00e9cima edi\u00e7\u00e3o do pr\u00e9mio Novos Artistas da funda\u00e7\u00e3o EDP, em 2013. Das suas exposi\u00e7\u00f5es mais recentes destacam-se as individuais &#8220;Timbre&#8221;, galeria The Goma, Madrid, 2018; &#8220;Uma pequena hist\u00f3ria da linha&#8221; Selec\u00e7\u00e3o de desenhos da cole\u00e7\u00e3o do Ar.Co, Casa da Cerca, Almada, 2018; &#8220;Ana Santos, Fernando Lanhas&#8221;, galeria Quadrado Azul, Lisboa, 2018; &#8220;matryoskha&#8221;, galeria Quadrado Azul, Porto, 2017 e as colectivas Ana Santos, Bel\u00e9n Uriel, \u201cEstudos do Labirinto\u201d, Museu da Marinha, Lisboa, 2018; &#8221; Novas linhas, imagens, objetos&#8221;, Museu de Serralves, Porto, 2018 e 1000 anos depois de V\u00e9nus e Marte &#8211; obras da cole\u00e7\u00e3o de Ant\u00f3nio Cachola, Galeria Municipal do Porto, 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Resid\u00eancias Art\u00edsticas NO ENTULHO:<\/u><\/strong><\/p>\n<p>As resid\u00eancias art\u00edsticas No Entulho visam a pesquisa, a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e partilha do respetivo trabalho desenvolvido nas instala\u00e7\u00f5es da ArtWorks, num ambiente rural-industrial, longe dos centros art\u00edsticos. Inserido no espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o associado a diferentes sectores fabris, este programa de resid\u00eancias proporciona aos artistas condi\u00e7\u00f5es \u00fanicas de atelier.<\/p>\n<p>Os artistas residentes s\u00e3o chamados intervir, criar ou modificar materiais que est\u00e3o inutiliz\u00e1veis nesse espa\u00e7o \u2013 o chamado entulho. Parte-se assim de uma pol\u00edtica de reutiliza\u00e7\u00e3o para ent\u00e3o transformar mat\u00e9ria destinada \u00e0 sua acumula\u00e7\u00e3o sem finalidade em mat\u00e9ria de valor.<\/p>\n<p>Pretende-se com este programa de resid\u00eancias abrir novas possibilidades a jovens artistas para que, enquadrados num meio industrial e acompanhados por uma equipa especializada em produ\u00e7\u00f5es de obras de arte (Artworks), possam elaborar projetos de diferentes escalas, com os meios necess\u00e1rios e indispens\u00e1veis para a sua realiza\u00e7\u00e3o. A acompanhar e apoiar estas resid\u00eancias est\u00e3o serralheiros, eletricistas, pessoal t\u00e9cnico especializado em vidro e caixilharias, arquitetos, engenheiros designers e curadores que ir\u00e3o apoiar os v\u00e1rios artistas desde a fase de conce\u00e7\u00e3o, passando pela fase de execu\u00e7\u00e3o\/produ\u00e7\u00e3o e terminando na fase de exposi\u00e7\u00e3o e publica\u00e7\u00e3o do material criado a partir da resid\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Sobre o ARTWORKS: <\/u><\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um organismo dedicado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de trabalhos art\u00edsticos e ao apoio \u00e0s artes e \u00e0 cultura. Situado num ambiente rural-industrial e com uma equipa multidisciplinar, neste espa\u00e7o que \u00e9 h\u00edbrido, re\u00fanem-se condi\u00e7\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica desde o processo de conce\u00e7\u00e3o de obras, passando pelos desenhos t\u00e9cnicos, produ\u00e7\u00e3o, montagem e instala\u00e7\u00e3o e armazenamento das diferentes obras produzidas.<\/p>\n<p>De forma paralela s\u00e3o tamb\u00e9m desenvolvidos trabalhos de curadoria e comissariado, desenhos de exposi\u00e7\u00e3o e trabalhos gr\u00e1ficos associados aos diferentes projetos art\u00edsticos.<\/p>\n<p>Desde 2013, a Artworks apoia projetos culturais diversos, como a produ\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as para as Bienais de Arquitectura e Arte de Veneza (Pedro Cabrita Reis, Jos\u00e9 Pedro Croft, Aires Mateus), ou o mecenato \u00e0 Bienal de Arte Contempor\u00e2nea de Coimbra &#8211; anozero, assim como apoio em produ\u00e7\u00f5es de obras de artistas para diferentes contextos e produ\u00e7\u00f5es diversas. Neste sentido a ArtWorks tem desenvolvido tamb\u00e9m trabalhos com \u00e1reas como o teatro, festivais de m\u00fasica independente e de cinema, publica\u00e7\u00f5es de arte contempor\u00e2nea, entre ouros.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em 2018 iniciou-se o programa de resid\u00eancias art\u00edsticas No Entulho que visa apoiar jovens artistas no desenvolvimento de um projeto e respetiva produ\u00e7\u00e3o e mostra dos mesmos nas instala\u00e7\u00f5es da Artworks.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Artworks apresenta a quarta e \u00faltima mostra do programa de Resid\u00eancias Art\u00edsticas No Entulho#01. 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